segunda-feira, 4 de maio de 2009

Invitación Para Los Trabajadores Automotrices De América Latina Para Participar En El Segundo Encuentro Latinoamericano De Fábricas Recuperadas

En la etapa actual de la crisis capitalista, uno de los sectores más afectados por la crisis general de sobreproducción es el sector automotriz. Eso implica una ofensiva general de las grandes multinacionales del sector automotriz contra los trabajadores para que seamos nosotros los que paguemos los platos rotos de la crisis a través de despidos, cierres de plantas, perdida de derechos, tercerización, etc.
Frente a estos ataques los trabajadores automotrices hemos dado respuesta en todo el mundo, desde Estados Unidos , hasta Europa , desde América Latina a el Sudeste Asiático. Hemos realizado todo tipo de acciones de lucha en defensa de nuestros puestos y condiciones de trabajo, desde huelgas hasta tomas de fábricas. En Venezuela, los trabajadores automotrices y particularmente los del estado Anzoátegui hemos mantenido una lucha contundente los últimos meses en las empresas MMC automotriz, Vivex y Macusa en la que hemos tenido ocupadas las plantas durante semanas. En el caso de MMC la lucha se llevo la vida de 2 compañeros durante una arremetida policial para desalojar la planta que permanecía tomada.
Tras dura lucha conseguimos una victoria sobre las posiciones de la patronal en donde se reconocían reivindicaciones históricas para los trabajadores de MMC , así como el pago de los salarios caídos durante los más de 50 días de toma. En la actualidad la planta está en proceso de volver a sus actividades. Aun así la lucha continua. En el caso de los camaradas de Vivex , los mismos continúan con la factoría tomada con el propósito de que el gobierno bolivariano nacionalice la planta.
Los trabajadores automotrices nos tenemos que organizar para frenar esta acometida patronal y desarrollar una estrategia internacional de lucha contra los planes de las multinacionales. Por todo los abajo firmantes o estimamos que la celebración del Segundo Encuentro Latinoamericano de Empresas Recuperadas al que los trabajadores y sindicatos del sector automotriz de Anzoátegui vamos a asistir y en donde se tratará sobre los problemas de los trabajadores automotriz y la lucha por el control obrero y la nacionalización como alternativa la crisis del sector. Por todo ello hacemos un llamado a todos los trabajadores automotriz de América Latina, EE.UU , Canadá o cualquier organización sindical del mundo del sector automotriz a participar en este segundo encuentro latino americano de empresas recuperadas que se celebrará el 25,26 y 27 de junio de 2009 en la ciudad de Caracas en Venezuela.
Firmado:
Félix Martínez, secretario general de Singetran (Sindicato de trabajadores Nueva generación de MMC/Mitsubisch-Venezuela )
Yeant Sabino, secretario general de Sindicato Sutra-Vivex (Fabrica de vidrio automotivo ocupada).

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Convite para os trabalhadores do setor automobilístico da América Latina para participar do Segundo Encontro Latinoamericano de Fábricas Recuperadas

Convite para os trabalhadores do setor automobilístico da América Latina para participar do Segundo Encontro Latinoamericano de Fábricas Recuperadas
Na etapa atual da crise capitalista, um dos setores mais afetados pela crise geral de superprodução é o setor automobilístico. Isso implica uma ofensiva geral das grandes multinacionais deste setor contra os trabalhadores para que sejamos nós os que paguemos a conta da crise através de demissões, fechamentos de fábricas, perdas de direitos, terceirização, etc.
Em frente a estes ataques os trabalhadores do setor automobilístico temos dado resposta em todo mundo, do Estados Unidos até a Europa , da América Latina ao Sudeste Asiático. Temos realizado todo tipo de ações de luta em defesa de nossos postos e condições de trabalho, desde greves até ocupações de fábricas. Na Venezuela, os trabalhadores do setor automobilístico e, particularmente os do estado Anzoátegui, temos mantido uma luta contundente nos últimos meses nas empresas “MMC automotriz”, “Vivex” e “Macusa” que foram ocupadas suas fábricas durante semanas. No caso da “MMC” (Mitsubishi) a luta custou a vida de dois colegas durante uma agressão policial para desalojar a fábrica que permanecia tomada.
Depois de duras lutas conseguimos uma vitória sobre as posições da patronal onde se reconheciam reivindicações históricas para os trabalhadores da “MMC”, bem como o pagamento dos salários devidos durante os mais de 50 dias de ocupação. Agora, a fábrica está em processo de voltar a suas atividades. Ainda assim a luta continua. No caso dos camaradas da “Vivex“, os mesmos continuam com a fábrica ocupada com a perspectiva de que o governo bolivariano nacionalize a planta.
Os trabalhadores do setor automobilístico temos que nos organizar para frear esta agressão patronal e desenvolver uma estratégia internacional de luta contra os planos das multinacionais. Por todo estamos realizando os abaixo-assinados de apoio e convocamos o Segundo Encontro Latinoamericano de Empresas Recuperadas, para que os trabalhadores e sindicatos do setor automobilístico de Anzoátegui participamos e debatamos sobre os problemas dos trabalhadores do setor automobilístico e a luta pelo controle operário e a nacionalização como alternativa a crise do setor. Por todo isso fazemos um chamado a todos os trabalhadores do setor automobilístico da América Latina, EEUU, Canadá ou qualquer organização sindical do mundo do setor automobilístico a participar neste Segundo Encontro Latinoamericano de empresas recuperadas que se ocorrerá em 25,26 e 27 de junho de 2009 na cidade de Caracas na Venezuela.

Assinado:
*Félix Martínez, secretário geral do “Singetran” (Sindicato de trabalhadores Nova Geração de MMC/Mitsubisch-Venezuela)
*Yeant Sabino, secretário geral do “Sindicato Sutra-Vivex” (Fabrica de vidro automobilístico, ocupada).

Convite para os trabalhadores do setor automobilístico da América Latina para participar do Segundo Encontro Latinoamericano de Fábricas Recuperadas

Convite para os trabalhadores do setor automobilístico da América Latina para participar do Segundo Encontro Latinoamericano de Fábricas Recuperadas
Na etapa atual da crise capitalista, um dos setores mais afetados pela crise geral de superprodução é o setor automobilístico. Isso implica uma ofensiva geral das grandes multinacionais deste setor contra os trabalhadores para que sejamos nós os que paguemos a conta da crise através de demissões, fechamentos de fábricas, perdas de direitos, terceirização, etc.
Em frente a estes ataques os trabalhadores do setor automobilístico temos dado resposta em todo mundo, do Estados Unidos até a Europa , da América Latina ao Sudeste Asiático. Temos realizado todo tipo de ações de luta em defesa de nossos postos e condições de trabalho, desde greves até ocupações de fábricas. Na Venezuela, os trabalhadores do setor automobilístico e, particularmente os do estado Anzoátegui, temos mantido uma luta contundente nos últimos meses nas empresas “MMC automotriz”, “Vivex” e “Macusa” que foram ocupadas suas fábricas durante semanas. No caso da “MMC” (Mitsubishi) a luta custou a vida de dois colegas durante uma agressão policial para desalojar a fábrica que permanecia tomada.
Depois de duras lutas conseguimos uma vitória sobre as posições da patronal onde se reconheciam reivindicações históricas para os trabalhadores da “MMC”, bem como o pagamento dos salários devidos durante os mais de 50 dias de ocupação. Agora, a fábrica está em processo de voltar a suas atividades. Ainda assim a luta continua. No caso dos camaradas da “Vivex“, os mesmos continuam com a fábrica ocupada com a perspectiva de que o governo bolivariano nacionalize a planta.
Os trabalhadores do setor automobilístico temos que nos organizar para frear esta agressão patronal e desenvolver uma estratégia internacional de luta contra os planos das multinacionais. Por todo estamos realizando os abaixo-assinados de apoio e convocamos o Segundo Encontro Latinoamericano de Empresas Recuperadas, para que os trabalhadores e sindicatos do setor automobilístico de Anzoátegui participamos e debatamos sobre os problemas dos trabalhadores do setor automobilístico e a luta pelo controle operário e a nacionalização como alternativa a crise do setor. Por todo isso fazemos um chamado a todos os trabalhadores do setor automobilístico da América Latina, EEUU, Canadá ou qualquer organização sindical do mundo do setor automobilístico a participar neste Segundo Encontro Latinoamericano de empresas recuperadas que se ocorrerá em 25,26 e 27 de junho de 2009 na cidade de Caracas na Venezuela.

Assinado:
*Félix Martínez, secretário geral do “Singetran” (Sindicato de trabalhadores Nova Geração de MMC/Mitsubisch-Venezuela)
*Yeant Sabino, secretário geral do “Sindicato Sutra-Vivex” (Fabrica de vidro automobilístico, ocupada).

sábado, 25 de abril de 2009

"A crise mundial do capitalismo impulsiona a tomada de fábricas pelos trabalhadores"

Entrevista com Richard López do Conselho de Fábrica de INAF em Cagua , Aragua na Venezuela

escrito por Corrente Marxista Revolucionária quinta-feira, 23 de abril de 2009

Richard López: Durante o ano 2008 vocês tiverem múltiplas iniciativas para que se expropriasse a planta. Qual foi o resultado dos mesmos e em que situação se encontram agora?
O Militante: Sim, realizamos múltiplas iniciativas, principalmente no Milco (Ministério do Trabalho), onde tivemos um compromisso de expropriação por parte do ministro em curso, o qual não se atreveu a tomar a decisão política correspondente e portanto a burocracia, permitiu que não chegasse a um acordo, mantendo a mesma situação de resistência sem solução concreta, por essa parte. Atualmente,em data recente, temos estabelecido contatos com o governo regional através do PSUV, o qual se obrigou o governador do estado Rafael Isea a realizar medidas investigativas para ver se o executivo regional e a assembléia legislativa de Aragua conseguiria a expropriação da empresa e converter em uma empresa de Produção social.

EM:Qual é a situação atual dos trabalhadores, quantos trabalham na empresa e em que condições?
RL: Atualmente trabalhamos 42 trabalhadores, 15 contratados e 27 da luta devido que a burocracia tem jogado um papel de desgaste na luta dos trabalhadores de INAF e 15 colegas se foram laborar em outras empresas no inicio de janeiro por pressões econômicas e familiares. Ainda assim temos conseguido avanços, pois mantemos uma carteira de pedidos e a mesma quantidade de trabalhadores como também conseguimos implementar um vale-tiket, e obter uma melhoria substancial no que diz respeito ao salário de 200 BF semanais que tínhamos sem vale-tiket e o aumentamos a 250 Bf semanais mais o cestatiket semanal, produzindo sob controle operário sem ajuda do estado.

EM:Quais são os maiores obstáculos de cara a seguir produzindo?.
RL. Em primeiro lugar temos que os clientes nos depositam às vezes com cheques sem fundo e assim nos atrasa a compra de matéria prima. Em segundo lugar a variabilidade nos preços dos provedores que nos dificultou a comprar em maior volume de matéria prima. Em terceiro lugar temos escassez de matéria prima (bronze), pois a cada vez que se fala de um aumento presidencial de salários ou dos impostos, automaticamente nos sobem os preços dos insumos. E a matéria prima se encontra ausente no mercado até que sai o novo preço. Escondem-te a matéria prima e dizem-te “este é o novo preço”. Em quarto lugar nossos clientes informaram-nos que pessoas em postos de responsabilidade na PDVSA têm posto entraves a nossos produtos ( aqueductos , uniões e conexões para tomadas domiciliárias) e têm obrigado a nossos clientes a trazer os mesmos produtos do estrangeiro. Esta informação só nos chegou em forma verbal por parte de nossos clientes.

EM: Para vocês é evidente que uma fabrica isolada sob controle operário não pode sobreviver sob o cerco capitalista. Qual acham que é a saída para as empresas recuperadas sob controle operário e qual é seu papel para a construção do socialismo em Venezuela?.
RL: Nossa opinião é que a luta deve expandir-se para toda o território nacional, onde os trabalhadores organizados ocupem e o governo nacional exproprie e nacionalize as fábricas e os trabalhadores as ponham a trabalhar sob o controle operário, especialmente as fechadas e as que têm grandes passivos com os operários para que sirvam como instrumento da revolução para poder assim aprofundar o socialismo por meio de uma economia nacionalizada e planificada democraticamente pelos trabalhadores e as comunidades. Achamos que esse é o caminho para que INAF junto ao resto de trabalhadores do país possam avançar e melhorar suas condições de vida, já que o cerco capitalista vai destruir todo aquilo que queiram fazer rumo para o socialismo.

EM: O 25, 26 e 27 de junho vai celebrar-se em Caracas o Segundo Encontro Latinoamericano de Fábricas Recuperadas, na que vocês os trabalhadores de INAF junto ao resto do FRETECO organizais. Que importância tem este evento no contexto de crise internacional do capitalismo que vai golpear especialmente a America Latina?
RL: Pensamos que é uma grande oportunidade, da classe trabalhadora de se pôr a frente da revolução venezuelana e ser um farol para o resto dos trabalhadores Latinoamericanos. A crise mundial do capitalismo impulsiona entre os trabalhadores debates de como buscar a maneira, no meio da revolução, e diante dos fechamentos patronais e ataques a nossos direitos de tomar o controle dos meios de produção e gerenciar o mesmo de uma maneira eficiente como só o podem fazer os trabalhadores e gerar a política para o planejamento da economia nacional e de todo o continente sem capitalistas nem multinacionais que são os promotores da crise que nos golpeia , à que só a classe trabalhadora organizada e lutando pelo socialismo pode dar uma saída. Este será um dos pontos centrais de debate no evento de junho ao que convidamos a todos os trabalhadores Venezuelanos e Latinoamericanos a estar presente.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

A luta dos trabalhadores no México

Companheiro trabalhador, companheiro estudante, neste momento se desenvolve uma importante e transcedental greve dos operários de Olympia de México S.A., contra os ataques dos patrões. As diferentes ações de solidariedade que podemos desenvolver em apoio a esta luta, serão de muita importante para auxiliar estes companheiros e impedir que a empresa feche, pisoteando seus direitos. É por isso que te pedimos que assine ( click no link abaixo) e envia por todos os meios a seguinte declaração:
Trabalhadores de Olympia do México AS de CV

Apóie a luta de Olympia de o México SA de CV

No dia 15 de Janeiro, os funcionários em Olympia de México SA de CV em Edomex, México, entraram em greve para protestar contra o fato que a companhia não os tinha pagado bônus aceitados no acordo coletivo.
Enfrentado com a falta do interesse dos chefes na solução das suas justas exigências, os funcionários decidiram agora lutar pela a nacionalização da fábrica sob o controle dos operários. Eles consideram esta medida como o único modo de defender os seus empregos e os sustentos de 400 famílias que dependem deles.
Se os chefes não quiserem dirigir a fábrica, eles devem sair da frente!
Nacionalização de Olympia sob o controle dos operários!

Assine a resolução em apoio aos funcionários e dê publicidade à sua luta!
http://militante.org/node/707


http://www.marxist.com/support-struggle-olympia-mexico-sa-cv.htm

segunda-feira, 20 de abril de 2009

II ENCUENTRO LATINOAMERICANO DE EMPRESAS RECUPERADAS POR TRABAJADORES

II ENCUENTRO LATINOAMERICANO DE
EMPRESAS RECUPERADAS POR TRABAJADORES
25, 26 y 27 de Junio de 2009 - Caracas - Venezuela
En América Latina la resistencia contra la destrucción de la industria y la defensa de los empleos asumió diferentes formas. La critica y sus cuestionamientos forman parte de la discusión del movimiento obrero y fueron objeto del debate del Primer Encuentro Latinoamericano de Empresas Recuperadas realizado en Venezuela el 29 de octubre del 2005. Decíamos “Ellos cierran y criminalizan a los trabajadores, nosotros abrimos las fabricas, ellos roban las tierras y nosotros la tomamos. Ellos hacen guerras y destrozan las naciones, nosotros defendemos la paz y la integración soberana de los pueblos. Ellos dividen y nosotros unimos. Porque nosotros somos la clase trabajadora. Porque somos el presente y el futuro de la humanidad.
Hoy, más aún que en el 2005, la situación de los pueblos de Latinoamérica, nos imprime con más fuerza la necesidad de seguir construyendo y profundizando esa unidad. No es un regalo la coyuntura política actual en nuestro continente. Son años de levantamientos, resistencias, proyectos y de mucho trabajo que pusimos los trabajadores para construir esta oportunidad histórica.
Nuestro movimiento es anti-imperialista, anti-capitalista. Es un grito y un movimiento organizado de la clase trabajadora contra el régimen de propiedad privada de los grandes medios de producción que solamente puede sobrevivir haciendo guerra, explotando y oprimiendo los pueblos.
Sabemos que como siempre en nuestra América hay matices, y muchos gobiernos actuales no son los representantes de nuestros intereses, pero se presenta una coyuntura favorable para construir propuestas, debatir y poner letra en los temas que nos interesan como trabajadores.
Claro que no será fácil. Miremos en Bolivia como reaccionaron las clases dominantes ante la nacionalización de los recursos, ante el ejercicio de la soberanía. En Venezuela, que con su avance revolucionario en la educación, la salud, el territorio no deja de incomodar a quienes siempre vivieron del pueblo y sus recursos. Y entonces siguen produciendo mentiras a través de sus medios, miedo, hambre. Pero a pesar de eso ni el pueblo venezolano ni el boliviano se equivocaron y reafirmaron a Chávez a Evo. Así como a Correa en Ecuador, y, recientemente, en Paraguay con la elección de Lugo por el pueblo paraguayo.
Llamamos a todas las empresas recuperadas por sus trabajadores y a las organizaciones sociales en lucha al “II Encuentro Latinoamericano de Empresas Recuperadas por Trabajadores”, encolumnando las luchas de nuestro sector con el resto de la clase trabajadora y en apoyo a la lucha por el socialismo que vienen realizando el pueblo boliviano y venezolano apoyados por los trabajadores de toda América Latina a sumarse a nuestros esfuerzos e reunimos en 25, 26 y 27 de Junio de 2009, en Caracas, Venezuela.
Viva la lucha de los trabajadores de las empresas recuperadas!
Viva la lucha de la clase trabajadora!
Viva a revolución venezolana!
Viva la revolución boliviana!
Venceremos!
Firman:
Comisión Organizadora del I Encuentro Latinoamericano de Empresas Recuperadas por Trabajadores – Caracas/2005 • (Serge Goulart - Brasil: sergegoulart@marxismo.org.br; Eduardo Murua - Argentina: vascoeduardo@yahoo.com.ar; Liliana Pertuy - Uruguai: lpertuy@yahoo.com.ar)
Frente Revolucionario de Trabajadores de Empresas en Cogestion y Ocupadas (FRETECO) - Venezuela: pacor5876@gmail.com
Central Obrera Boliviana - COB •
Federación Sindical de Trabajadores Mineros de Bolívia - FSTMB: fstmb@hotmail.com
Movimiento Nacional de Empresas Recuperadas - MNER - Argentina: ocuparresistirproducir@yahoo.com.ar
Asociación Nacional de Trabajadores Autogestionados - ANTA\CTA- Argentina: barriosmario_ust@speedy.com.ar
Central Unitaria de Trabalhadores (CUT - Auténtica) - Paraguay: cutautentica@hotmail.com
Coordinación de Empresas Recuperadas por Trabajadores - Paraguay•
Movimento de Fábricas Ocupadas - Brasil: fabricasocupadas@terra.com.br

II Meeting of factories recovered by the workers

II Meeting of factories recovered by the workers
25, 26 and 27 of June - Caracas - Venezuela

In the Latin America the resistance against the destruction of the industry and the defense of the jobs assumed different forms. The criticism and his doubts form part of the discussion of the working movement and they were the objects of the discussion of the First Latin American Meeting of Factories Recovered by Workers, when it was carried out in Venezuela in the day 29 of October of 2005.

We were saying: “They close, we open the factories. They steal the lands and we occupy. They ware wars and destroy nations; we defend the peace and the sovereign integration of the people. They divide and we adhere. Because we are the working class. Because we are the present and the future of the humanity”.

Today, more still of what in 2005, the situation of the people of the Latin America imposes us with more it forces the necessity of keeping on building and deepening this unity. He is not any present to political current state of affairs in our continent. They are years of resistances, projects and of much work for part of the workers to build this historical opportunity. Our movement is anti-imperialist, anti-capitalist. It is a scream and an organized movement of the working class against the regime of property toilet of the great means of production, which only can survive waring wars, exploring and oppressing the people. We know that there were always shades in our America, and many current governments are not representatives of our interests, but it shows up a favorable state of affairs to build proposals, to debate and to put the mark of the workers in the subjects that us concern. Clear what will not be easy.

We can see in Bolivia, since the dominant classes reacted before the nationalization of the resources, before the exercise of the sovereignty. In Venezuela, what with his revolutionary advancement in the education, in the health, in the field, does not stop being bothersome to the one who always lived costs it of the people and of his resources. And so, they keep on producing lies through his ways, fear, hunger. But nevertheless not even the Venezuelan people not even they deceived the Bolivian people, and re-elected Chavez and Eternity. As well as Correa in Ecuador, and, recently, in Paraguay, with the election of Lugo for the people.

We call all the factories recovered by his workers and the social organizations in struggle for the “II Latin American Meeting of Factories Recovered by the Workers”, joining the struggles of our sector with the remainder of the working class and in support to the struggle for the socialism that is carried out by the Bolivian and Venezuelan people when they were supported by the workers of the whole Latin America.

We call all when they were added up to our efforts and Venezuela meets in the days 25, 26 and 27 of June of 2009, in Caracas.

Cheer the struggle of the workers of the recovered factories!
Cheer the struggle of the working class!
Cheer the Venezuelan revolution!
Cheer the Bolivian revolution!
We will win!

Contact: fabricasocupadas@terra.com.br
II LATIN AMERICAN MEETING OF ENTERPRISES RECOVERED BY THE TRABALHADORES
25, 26 and 27 of June - Caracas

Convene: Commission

Organizer of I Latin American Meeting of Factories Recovered by Workers - Caracas/2005 (Serge Goulart - Brazil: sergegoulart@marxismo.org.br; Eduardo Murua - Argentina: vascoeduardo@yahoo.com.ar; Liliana Pertuy - Uruguay: lpertuy@yahoo.com.ar).
Revolutionary Front of Workers of Factories in Cogestión and Occupied (FRETECO) - Venezuela: Pacor5876@gmail.com
Central office Obrera Boliviana - COB
Trade Federation of the Mining Workers of Bolivia - FSTMB: fstmb@hotmail.com
National Movement of Recovered Enterprises - MNER – Argentina: ocuparresistirproducir@yahoo.com.ar
National Association of Workers Autogestionados - ANTA\CTA - Argentina: barriosmario_ust@speedy.com.ar
Unit Central office of the Workers (CUT – Authentic) - Paraguay: cutautentica@hotmail.com
Co-ordination of Enterprises Recovered for Workers – Paraguay
Movement of Occupied Factories - Brazil: fabricasocupadas@terra.com.br